Um cântaro de barro e um outro de latão, que estavam em pé à margem de um rio, foram levados pela corrente da maré cheia. O cântaro de barro se mostrou inquieto, temendo se quebrar. Mas o companheiro de latão disse-lhe que não havia o que recear, pois cuidaria dele. “Ah não, por favor”, retrucou o outro, “fique o mais longe de mim que puder. É de você que tenho mais medo, porque, se a correnteza o lançar contra mim, ou a mim contra você, sem dúvida eu é que vou sofrer. Portanto, peço-lhe que não cheguemos perto um do outro.”
25
jan
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